Como todos os anos, a Universidade de São Paulo realiza a “Festa do Livro da USP” com o objetivo de oferecer aos leitores livros de qualidade e com melhores preços.
Realizada pela Edusp, com apoio de PUC-SP/SSEG/Cepeusp, a 21ª edição da Festa do Livro acontecerá nos dias 27, 28, 29 e 30 de novembro.
A Editora Ideias & Letras estará presente mais uma vez, apresentando aos visitantes a diversidade de obras do catálogo, com descontos de até 50%.
O objetivo deste ano é apresentar os lançamentos do meio filosófico, além das obras já tradicionais do nosso catálogo de livros.
A 21ª Festa do livro da USP é um evento ideal para quem procura qualidade nas publicações e bom preço. Saiba mais sobre o evento aqui → edusp.com.br/festadolivro
Confira um pouco do que você encontrará em nosso estande:
A FÍSICA DO SECULO XX |
CAUSA DOS ADOLESCENTES |
O INCONSCIENTE SEM FRONTEIRAS |
A PSICANALISE CURA |
UM SENTIDO PARA A VIDA |
FILOSOFIA E POLÍTICA |
A CAUSA DAS CRIANCAS |
SOBRE O AMOR |
JUNG E A CONSTRUCAO DA PSICOLOGIA MODERNA |
IDEIAS PARA UMA FENOMENOLOGIA PURA |
SER E FAZER: NA CLÍNICA WINNICOTIANA DA MATERNIDADE |
PSICANALISAR |
DIALETICA DA SECULARIZACAO : SOBRE RAZAO E RELIGIAO |
GESTAO COMO DOENCA SOCIAL |
EROS NA PASSAGEM |
FILOSOFIA MEDIEVAL |
PRIMORDIOS DA FILOSOFIA GREGA |
TEORIA CRITICA |
METODOLOGIA CIENTIFICA |
PSICOLOGIA: RELAÇÕES COM O CONTEMPORÂNEO |
SARTRE E SEUS CONTEMPORANEOS |
KANT |
DESCARTES |
ARISTOTELES |
WILLIAM JAMES |
MARX E A CRITICA DA EDUCACAO |
PSICANALISE DO SENSIVEL |
SABER FAZER FILOSOFIA 1, DA ANTIGUIDADE A IDADE MEDIA |
SABER FAZER FILOSOFIA 3, PENSADORES CONTEMPORANEOS |
SABER FAZER FILOSOFIA 2, O PENSAMENTO MODERNO, O |
LOCKE |
A ARTE DE FALAR DA MORTE PARA CRIANÇAS |
INÉRCIA A GRAÇÃO Y NO LIMITE DO TÉDIO |
SPINOZA |
CLINICA PSICANALITICA COM CRIANÇAS |
HOBBES |
PERGUNTAS A UM PSICANALISTA |
PLATAO |
FILOSOFIA, LINGUAGEM, CIENCIA |
OBRIGAÇÕES - DIREITO CIVIL |
SOBRE A ARTE DA PSICANÁLISE |
DUNS SCOTUS |
PEDAGOGIA DA TRANSGRESSAO |
PSICANÁLISE DAS ADCÇÕES |
AS ALIANCAS INCONSCIENTES |
CIÊNCIA E RELIGIÃO |
HEGEL |
INQUÉRITO POLICIAL E PRISÕES PROVISÓRIAS |
A SUBJETIVIDADE E O OUTRO |
LINGUAGEM E PSICOLOGIA GESTALTISA |
PSICOLOGIA E ANTROPOLOGIA |
DESIGUALDADE ECONOMICA NO BRASIL |
PSICOLOGIA SOCIAL DOS VALORES |
CHAVES DE LEITURA PARA A FILOSIA CONTEMPORANEA |
DO NARCISISMO À DEPENDÊNCIA |
RESILIENCIA : PARA LIDAR COM PRESSOES E SITUACOES ADVERSAS |
HEIDEGGER - PENSAMENTO DINAMICO |
DINÂMICAS PEDAGÓGICAS |
REINVENTAR A VIDA |
EDITH STEIN - PENSAMENTO DINAMICO |
NIETSCHE - PENSAMENTO DINAMICO |
DIASPORA DAS RELIGIOES BRASILEIRAS |
SOCRATES |
AGOSTINHO |
JOHN STUART MILL - PENSAMENTO DINAMICO |
FOUCAULT |
ABERLARDO - PENSAMENTO DINAMICO |
A FILOSOFIA NA CONZINHA |
KIERKEGAARD - PENSAMENTO DINAMICO |
A DESCOBERTA DE SI MESMO |
PSICOLOGIA DA GRAVIDEZ |
A APARELHO PSIQUICO GRUPAL. |
PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO |
PLOTINO |
NIETSCHE |
ADORNO E O DIREITO |
DIREITO E POLÍTICA EM DELEUZE |
IMPERIALISMO, ESTADO E RELAÇÕES INTERNACIONAIS |
MARXISMO, HUMANISMO E DIREITO |
TEORIA GERAL DO ESTADO |
ALTHUSSER E A PSICANÁLISE |
FREUD |
ALTHUSSER E O DIREITO |
MODOS DE PRODUÇÃO NO BRASIL |
PROPRIEDADE PRIVADA E DIREITO À MORADIA |
CRÍTICA À ECONOMIA POLÍTICA DO DIREITO |
SEXUALIDADES E VIOLÊNCIAS |
A ARTE DE GERIR PESSOAS |
TOMÁS DE AQUINO |
Cora Coralina – Raízes de Aninha
Na próxima sexta-feira, 11/10, às 17h, o filme Cora Coralina: Todas as Vidas, de Renato Barbieri, será exibido na Mostra de Cinema Brasileiro em Florianópolis.
A produção cinematográfica que conta a história de vida de Cora Coralina, uma das maiores poetisas brasileiras, foi inspirada na obra Cora Coralina – Raízes de Aninha, escrita por Rita Elisa Seda e Clóvis Britto.
O livro é fruto de vinte anos de pesquisa e vai além dos limites biográficos, apresentando as primeiras poesias, textos inéditos, depoimentos de familiares e um acervo fotográfico, constituindo um material fundamental para o desenvolvimento do filme.
O livro pode ser adquirido por R$51,00 aqui → http://bit.ly/2LSVrqj
Assista ao filme completo: https://www.youtube.com/watch?v=NBqBVoBT-4I
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A po-ética na clínica contemporânea de Gilberto Safra [2004], publicada pela Editora Ideias & Letras, fornece à sociedade leiga e aos intelectuais do movimento psicanalítico elementos inéditos para o acontecer do ser do sujeito na sociedade a partir de diálogos de experiências com a inquietação dos seus pacientes baralhada com a inquietação dos escritores russos e seus personagens.
Safra propõe em sua obra uma abertura de vértice, e chama a atenção para o espaço-tempo numa clínica de produção de sentido, de deslocamentos no campo do humano. Apresenta a posição ética de uma clínica contemporânea com o dizer, possibilidade que o sujeito encontra por meio da fala, desvelar quem é e o que vive. No entanto, faz alerta que o dito ao se revelar também vela.
O afastamento do analista de seu ideal, para o real da sua clínica, traz acontecer po-ético possível. O ser humano não pode ser dito plenamente; entre o dito e o indizível o poético pode emergir. A partir desse vértice que a clínica de Safra faz seu inédito, o fluir da situação clínica testemunha-se o acontecer do falar poético, em que a palavra não se encerra, mas se abre para o não dito.
A análise é a possibilidade de novo nascimento, nascer é ser atravessado pelas questões e pelo mistério da existência; é conhecer a posição humana e as condições necessárias à instalação de si no mundo com outros. É um conhecimento assentado no surgimento mesmo do acontecer humano.
Um livro que possibilita pensarmos o acontecer humano, que em excesso de claridade e escuridão podem levar o sujeito ao sofrimento sem entorno, à loucura. E o sofrimento sem espaço e sem tempo pode levar o sujeito ao esgarçamento de sua própria condição humana. É um convide a refletirmos pela ótica de um conhecimento decorrente da maneira que acontece a entrada do sujeito no mundo e suas articulações para viver seu acontecimento e com outros.
Por Maicon (Blog: A Cura de Freud)
Saiba mais sobre a obra aqui → http://bit.ly/2lKsrXK
Imagem: Adobe Stock
O índice Gender Pay Gap (GPG) de 2017 mostra que, em nenhum país no mundo, a mulher ganha mais do que o homem. De acordo com o relatório Estatísticas de Gênero - Indicadores Sociais das Mulheres no Brasil, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres recebem em média um salário mensal 23,5% mais baixo do que os homens.
Uma mulher é vítima de estupro a cada 9 minutos. O número de estupros cresceu no país de 2016 a 2017, passando de 54.968 para 60.018 casos registrados, um aumento de 8,4% em um ano. Uma mulher registra agressão sob a Lei Maria da Penha a cada 2 minutos segundo 12º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Mulheres não conseguem dar queixa nas delegacias por se sentirem humilhadas. Médiuns e médicos cafajestes abusam das mulheres pelo país afora. São minorias no Congresso Nacional, nas diretorias das empresas e nos cargos de chefias. Nada disso acontece sem a participação de homens tacanhos que desrespeitam as mulheres.
Este quadro precisa ser mudado, não apenas pelo esforço das mulheres, mas pela mudança de conduta dos homens que perpetuam a visão machista. Os homens precisam se repensar, a começar refletindo como tratam suas mulheres, filhas, netas, subordinadas e colegas de trabalho. Estamos num movimento pendular à procura do eixo e do equilíbrio dos papéis das mulheres e dos homens, estando estes muito perdidos.
Este tema é complexo e não tem resposta simples, mas a mulher, por se sentir insegura no seu ambiente de trabalho, criou uma condição de competição com o homem, ao invés de assumir seu papel com suas vantagens comparativas natas, desempenhando uma função de complementação ao lado do homem.
Na orelha de capa de meu livro Executiva, a Heroína Solitária, Marcia De Luca, que de executiva do aço se transformou numa referência de espiritualidade, comenta: “A nova era, da qual tanto ouvimos falar, chega imbuída de novos conceitos. Nessa era dourada, as características da alma feminina – intuição, criatividade, amor e compreensão - ocuparão o espaço antes reservado para os aspectos masculinos – poder, força e coragem. Chega de competição! Mulher não tem que querer ser homem. Mas tem, sim, que desenvolver o seu lado masculino em concordância com o feminino, para encontrar o equilíbrio dos opostos. Não há nada mais poderoso do que a união de Shiva (a energia masculina) com Shakti (a energia feminina)! É preciso, então, que a mulher se conscientize de seu papel na sociedade”.
Olhando para a história das mulheres, sem dúvidas, temos muito para comemorar. Entretanto, muito ainda terá de ser feito para que a mulher ocupe o lugar que merece.
Não basta apenas comemorar o Dia Internacional da Mulher. É necessário um trabalho diário das mulheres e dos homens para reverter este quadro de desigualdade o qual ainda, lamentavelmente, estamos vivenciando.
por Emerson A. Ciociorowski
]]>Nesta data comemorativa, todos os esportistas unem-se fraternalmente no desejo de viver intensamente a dinâmica do movimento corporal através da atividade física. Observa-se que atletas de alto nível são vistos como esportistas, porém, esportista é, também, todo aquele dedicado à gênese do movimento sem a existência obrigatória do alto nível da performance competitiva ou, ainda, aquele submetido ao gesto motor de uma atividade física capaz de expressar a ação motriz independente, individualizada ou coletiva. É fato bastante conhecido a incapacidade do ser humano de viver sem a realização de uma ação motriz, isto é, sem a prática da atividade física, seja ela de natureza competitiva ou não. Temos como prova os registros históricos de práticas esportivas realizadas ao longo de toda civilização humana. Eles existem desde as civilizações mais antigas do mundo, como a dos Sumérios, responsáveis pelo desenvolvimento da escrita em 3.500 a.C., chegando até o fim do Império Romano do Ocidente em 476 d.C., e prosseguindo até os dias atuais. Portanto, verifica-se a existência da cultura desportiva em todo processo histórico, revelando a valorização da motricidade humana em diferentes períodos da humanidade. Assim sendo, trata-se de um instinto ou um impulso movidos por uma paixão pelo movimento.
Cabe destacarmos que a cultura desportiva se constituiu de formas bastante distintas ao longo de cada período da humanidade, em razão de propósitos militares (como faziam os Espartanos) ou de objetivos relacionados à integridade física do corpo (como faziam os Atenienses). Contudo, para o esportista atual, a paixão pelo movimento consiste na busca pela saúde. A saúde como uma instituição histórica, ergueu-se de forma articulada às principais concepções filosóficas e culturais, ao longo de toda evolução da corporeidade humana. E a evolução do conceito de saúde, em paralelo com o de motricidade, exerceu forte influência na consolidação de argumentos positivos atribuídos aos benefícios do esporte. Nota-se que a evolução da corporeidade nunca deixou de destacar, desde a antiguidade até o momento atual, a importância do movimento no universo de todo esportista. Segundo Platão, a saúde consistia na descoberta da estrutura do corpo, pelo médico, e na descoberta da estrutura da alma, pelo filósofo, cabendo ao médico restituir no corpo doente seu estado são, e ao filósofo infundir na alma discursos e argumentos legítimos quanto à convicção virtuosa do bem-estar.
Desse modo, ao realizarmos uma reflexão crítica atualizada sobre o paradigma de saúde, destacamos a existência de uma motivação pela busca do movimento no cotidiano de todo esportista. Motivação essa capaz de nutrir no esportista a necessidade diária da saúde do corpo e do bem-estar da alma. No entanto, essa motivação envolve um conjunto de elementos sujeitáveis responsáveis por estimular e orientar o esportista e por levá-lo a efetuar atos motores distintos, de acordo com necessidades, tendências e aspirações particularizadas, pautado no seu relacionamento com a natureza e buscando autonomia corporal. Portanto, o conceito de saúde para o esportista contemporâneo diz respeito à sua capacidade de vivência global do movimento, levando em consideração aspectos sujeitáveis de caráter perceptivo e afetivo que o conduzam, individualmente ou coletivamente, à consolidação da integridade física e mental.
Cabe ainda destacarmos que, nos dias atuais, a evolução da busca pela saúde, em paralelo com a satisfação do movimento, acontece mediante uma cultura motriz cujos resultados são direcionados pela busca de uma imagem corporal almejada. Contudo, a evolução de todo esse processo exige do esportista sua capacidade de superação aos obstáculos iniciais de adaptação e consolidação dessa cultura motriz. E essa consolidação só é possível quando o esportista faz emergir, de dentro de si, toda dinâmica, continuidade, harmonia e expressividade da energia de superação, tanto em um estado afetivo agradável quanto desagradável. Uma vez que todo processo de condicionamento físico envolve diferentes estágios e níveis de adaptação, há que se ter como meta o alcance dessa capacidade de superação por parte de todo esportista. Em resumo, podemos destacar que o conceito de saúde para o esportista tem sua gênese na íntima relação entre filosofia e medicina, e na influência mútua entre ambas, motivadas pelo desejo do movimento e pela busca do condicionamento físico desejável e bem-estar emocional. Parabéns a todos os esportistas que conseguem levar adiante a prática diária desse conceito de vivência social.
por Sanderson Cavalcanti
]]>Foto: Bruno Santos, via Folhapress
Meu filho de seis anos de idade é uma máquina de fazer perguntas. Essa etapa da vida é uma delícia, mas o pai tem que ter muita atenção e paciência para responder a tantos questionamentos. Há pais que preferem não dar a devida atenção para isso. Perde-se a grande oportunidade de, além de informar o filho, formá-lo.
Informação é formação, é ponte, é caminho, é via básica para o desenvolvimento e amadurecimento. O mesmo que meu filho faz comigo, eu sempre fiz com meus professores e minha mãe. Muito questionador, cursei jornalismo, fui repórter de rádio e TV e sempre valorizei e dei graças por poder fazer perguntas. Como é bom ter a liberdade para perguntar!
O ato de questionar é algo que precisa ser redimensionado na democracia brasileira. Há sinais, cada vez mais recorrentes, de movimentos contrários aos questionamentos, opostos à liberdade de expressão.
Neste esquema social da democracia, a figura do repórter é muito significativa. O imaginário popular talvez o conceba como alguém que “tem um bom salário”, “ganha dinheiro na TV”, “é famoso”, mas a realidade é oposta.
Hoje, os jornalistas passam por uma das suas piores crises de identidade profissional, em decorrência da desvalorização salarial, das ameaças políticas e econômicas, dos variados tipos de assédios nas redações e, por incrível que pareça, pela falta de apoio da opinião pública ao serviço prestado, de produção de conteúdo informativo. Constantemente somos ameaçados e agredidos por setores reacionários.
O repórter deveria ser aclamado, não pelo seu ego, mas pelo serviço que presta à democracia.
Neste tempo em que qualquer um grava, tira fotos, edita e pode ser repórter, urge a necessidade de espaços qualificados de referências para se consumir conteúdo com credibilidade.
Nesta semana em que comemoramos, no dia 16 de fevereiro, o Dia do Repórter, perdemos o grande Ricardo Boechat. Penso que seja um sinal emblemático, algo místico, coadunado pela fé, devido ao momento histórico que o Brasil vivencia.
Boechat deixa uma lacuna, como um grão de trigo que morre para florescer uma nova geração. Que a morte de Boechat desperte no Brasil uma nova capacidade de se produzir grandes repórteres, sem a ilusão de que isso pode acontecer sem a devida valorização desse profissional.
Se queremos uma democracia sólida e madura, devemos ter liberdade de expressão como premissa e um bom jornalismo como via de regra.
por Everton Barbosa
]]>Para melhor aproveitamento dos aprendizados em sala de aula, é muito comum as universidades realizarem eventos para auxiliar no convívio, conhecimento e crescimento dos alunos durante a graduação.
As universidades preparam os eventos para colocar os alunos em contato com o mercado empresarial e apresentar uma nova gama de oportunidades profissionais. Estar presente nesses momentos faz com que a graduação seja melhor aproveitada e reúne oportunidades pessoais e profissionais para o futuro graduando, tais como: networking, tendências e conteúdos literários que são fundamentais para o desenvolvimento humano.
As feiras estudantis, sejam elas literárias ou mercadológicas, têm o objetivo de ampliar para o aluno a variedade de assuntos pertinentes ao seu curso e ao mercado de trabalho.
A Editora Ideias & Letras, certa do seu compromisso com o conhecimento acadêmico, se faz presente em diversos eventos estudantis e feiras literárias, apresentando aos alunos conteúdos pertinentes à sua formação.
Com obras das áreas jurídica, psicanalítica, filosófica, educacional, entre outras, a Editora Ideias & Letras é referência na área acadêmica.
por Francieli Roque
]]>Neste momento em que seu legado volta a ser tema central das mídias, a Editora Ideias & Letras apresenta ao mercado literário obras capazes de auxiliar àqueles que são admiradores dos ensinamentos freirianos.
Paulo Freire: uma Vida entre Aprender e Ensinar, da coleção Pensamento Dinâmico, é uma obra sobre a biografia e os fundamentos teóricos e práticos do educador Paulo Freire.
Boa leitura → https://www.editoraideiaseletras.com.br/paulo-freire
Baseada nas teorias de Paulo Freire e em outros grandes nomes da educação, a obra O Ensino da Língua Materna propõe ao leitor estratégias de atuação em sala de aula que façam do ensino de língua uma prática transformadora da constituição dos alunos e de suas relações.
Boa leitura → https://www.editoraideiaseletras.com.br/catalogo/educacao/o-ensino-da-lingua-materna
por Francieli Roque
]]>Quando recebi o convite da Editora Ideias & Letras para escrever sobre solidariedade, prontamente aceitei por sentir-me muito à vontade para falar sobre esse tema que tanto me encanta.
Em meu cotidiano a solidariedade é muito visível nas experiências de economia solidária das Cooperativas de Reciclagem[1] de Resíduos Sólidos.
Sobre uma dessas experiências publiquei o livro Economia Solidária e Vínculos, que traz exemplos de como os(as) catadores(as) praticam a solidariedade em suas relações, promovendo outras formas de trabalhar.
A economia solidária é uma proposta de trabalho e de vida que visa transpor a lógica capitalista e estabelecer relações cooperativas e solidárias, considerando o contexto socioambiental e, fundamentalmente, resgatando a dimensão humana, tendo como princípios a democracia, a autogestão, entre outros.
Neste sentido, a cada oficina realizada nessas cooperativas, aparecem relatos do tipo:
- O colega não pode vir trabalhar porque tinha que resolver questões pessoais e nós conversamos e decidimos não descontar este dia de trabalho dele;
- Tem uma cooperativa da cidade que não tem caminhão e a gente ajuda eles com cargas, com material. Eles têm pouco material pra triar, daí ligam pra cá e a gente manda carga pra eles;
- Ela decidiu sair da Cooperativa, mas ficamos preocupadas como viverá daqui pra frente, vamos atrás dela conversar;
- Eu errei neste mês porque faltei alguns dias, deixando as colegas na mão;
- Vamos dar uma chance para ele se recuperar, está precisando de tratamento, não vamos desligá-lo da cooperativa...
[1] O termo “reciclagem” aplicado ao lixo, “traduz o reprocessamento de resíduos que permite sua reutilização, ou seja, cria novamente o valor de troca e uso daquilo que um dia foi lixo” (Conceição, 2005, p. 39).
Todas essas falas traduzem um pouco do conceito de solidariedade.
Segundo Scholz (2009), pensar em um trabalho coletivo requer, primeiramente, um desejo, um estímulo, uma vontade particular, que se manifesta através da solidariedade com pessoas que comungam do mesmo objetivo, mesmo que tenham particularidades distintas.
Para Coraggio (2001), solidariedade não implica igualdade, nem sequer equidade, mas regras de distribuição e algum tipo de acordo de reciprocidade, o qual é crucial na perspectiva do trabalho coletivo, posto que a interdependência entre os trabalhadores gera resultados.
Razeto (2005) destaca que a solidariedade envolve a partilha de sentimentos, opiniões, dificuldades, dores, e propicia atuar de forma dependente, estabelecendo relações recíprocas entre as pessoas. Conforme atesta Ullmann (1993), através da solidariedade há mútua vinculação entre as pessoas, ou seja, ocorre um processo bilateral.
Tedesco (2001) propõe que a solidariedade deve ser parte integrante do sistema econômico como um todo (produção, distribuição, consumo, serviços, etc.), proposta essa defendida pela economia solidária.
Fica evidente, portanto, que a solidariedade vai muito além de ajudar a quem precisa ou a quem se encontra em situação de vulnerabilidade; é mais que doação de presentes em datas comemorativas. A solidariedade é uma prática diária, que vem de dentro para fora, desde a nossa infância quando brincamos e dividimos os brinquedos com os amigos, sejam eles imaginários ou não.
É uma prática que está presente em nossas ações cotidianas, quando respeitamos os assentos prioritários, as regras de trânsito, nos responsabilizamos pelo descarte adequado dos resíduos, propagamos o consumo responsável e buscamos a harmonia entre os seres.
Por fim, lhe faço um convite: resgate a sua essência, viva a solidariedade diariamente!
por Mª Isabel Rodrigues Lima
Imagem: Shutterstock
“Rir é o melhor remédio”, diz a sabedoria popular. Rir e sorrir com legítima vontade, e não somente como convenção social, está associado à alegria, contentamento, momentos felizes. E a construção da felicidade serena depende, fundamentalmente, de formar relacionamentos de boa qualidade com os outros e com nós mesmos. Risos e sorrisos contribuem para fortalecer nosso sistema imunológico e reduzir tensões. Liberam hormônios como dopamina e serotonina, que transmitem sensação de bem-estar e felicidade.
Sorrir para realmente desejar “bom dia” para as pessoas da família e colegas de trabalho, sorrir ao fazer um ato de gentileza com desconhecidos, para genuinamente agradecer o que recebemos. Como o bocejo, risos e sorrisos são contagiantes e, com isso, podemos dar o ponto de partida para criar um clima amigável em nossas interações, e estimular, para quem oferecemos um sorriso, a ação dos “neurônios-espelho”, a base neurofisiológica da empatia.
Sorrir, olhar, abraçar as pessoas que amamos, são atos que nutrem as relações no convívio cotidiano. Quando o bebê ri e sorri desperta alegria e ternura, e sorrir para o bebê transmite amor e acolhimento. É a riqueza da comunicação não verbal.
Rir juntos compartilhando lembranças passadas, uma piada recente ou um vídeo engraçado, traz leveza mesmo em dias difíceis.
Com amizades duradouras muitas vezes revisitamos episódios passados que nos trouxeram sofrimento e conseguimos até achar graça de tudo aquilo, transformando drama em comédia. “Chorei tanto quando ele terminou o casamento, e agora vejo que minha vida está muito melhor sem ele. Como é que um dia eu fui me apaixonar por aquele cara? ” .
Rir de si mesmo é um ótimo recurso para desenvolver a percepção de nossa humanidade, acolher com carinho nossos erros, fracassos e escolhas ruins que pareciam boas. Isso é parte importante de aprender a viver, desenvolver novas habilidades e fazer escolhas melhores. Mas quantas pessoas se atacam com críticas impiedosas, depreciando a si mesmas?
Por outro lado, rir dos outros machuca, agride, humilha. As crianças costumam ser particularmente sensíveis a isso: “Você está rindo de mim! ”– lamentam, sentindo-se magoadas. É muito diferente de rir com os outros, até mesmo dos respectivos erros e mal-entendidos da comunicação.
Risos e sorrisos: podemos usar esse remédio à vontade. Não há contraindicações!
Maria Tereza Maldonado
]]>Os autores Diogo de Calasans, Jonathan Erkert e Pedro Davoglio estiveram presentes juntamente com o Dr. Alysson Mascaro, um dos idealizadores da série.
O evento contou também com convidados, alunos e leitores que acompanham as publicações e lançamentos da Editora Ideias & Letras.
A série, que já era composta por 5 livros, ganhou outras 3 obras para enriquecer ainda mais a abordagem sobre o campo da filosofia e do direito brasileiro.
Mascaro contou um pouco sobre o impacto da série Direito & Crítica no cenário do direito brasileiro:
“A série Direito & Crítica consagra uma caminhada editorial que apresenta ao público brasileiro a melhor reflexão teórica, com bases bastante avançadas, sobre o direito, suas determinações e suas relações com a sociedade contemporânea. Os livros são, em sua maioria, originalmente, pesquisas universitárias de mestrado, doutorado e pós-doutorado que foram por mim orientadas, num trabalho já de muitos anos, e que tem por horizonte uma investigação crítica do capitalismo, da forma jurídica e da forma política estatal. Ela já representa uma empreitada editorial de envergadura no campo do pensamento jurídico crítico como nunca igual houve na história do país. Fico contente ao coordenar essa caminhada editorial teórica e jurídica cujo impacto já se revela e muito ainda colherá de frutos”.
Além do coordenador da série, os autores também fizeram suas falas, destacando a importância de seus novos trabalhos para o cenário literário brasileiro sobre direito, economia e política.
Jonathan Erkert, autor de Modos de Produção no Brasil: Escravidão e Forma Jurídica, destacou que sua obra traz, para o interior do estudo sobre a formação econômica e social brasileira, uma discussão crítica sobre o universo jurídico. O autor assegurou que: “É difícil encontrar uma discussão sobre a formação econômica brasileira que se utilize do direito de visão crítica com um corte de análise. Essa foi a maior inovação desta obra orientada pelo Dr. Alysson Mascaro”. Acrescentou ainda: “É essencial para que a gente entenda hoje as nossas questões políticas e econômicas, estude o passado do Brasil e a formação brasileira, analisando as heranças e os problemas da criação do país, que deixaram suas marcas e nos trouxeram até o momento atual”.
Segundo Erkert, esse debate é essencial para o reconhecimento e o não esquecimento da extensa utilização de mão de obra escrava durante a criação e formação do Brasil. Cumpre o papel também de desfazer o olhar equivocado sobre a escravidão que a entendia como um simples efeito ou consequência inevitável da forma de exploração do território, erguido sobre o latifúndio e a monocultura.
Essa questão é o centro da discussão da obra, que busca uma perspectiva mais justa sobre a dívida histórica que o Brasil possui com a sociedade, marcada pelas mazelas resultantes da utilização desse tipo de mão de obra.
Althusser e o Direito, do autor Pedro Davoglio, reúne importantes filósofos contemporâneos, fazendo pontes e diálogos entre eles e a filosofia específica do direito. Além de abrir o espaço para essa reflexão filosófica, também faz com que os leitores interessados em discutir esse tema se aproximem.
O texto encontrado nas páginas do livro discute algumas questões teóricas que fundamentam boa parte da crítica jurídica produzida no Brasil hoje, e ajuda a compreender em que contexto estamos tentando pensar o direito no nosso país.
Sobre isso, Davoglio aponta:
“O meu livro aborda uma maneira específica de entender como a sociedade funciona e tenta explicar uma série de razões pela qual as pessoas sofrem nesse mundo em que vivemos. É um esforço para entender como a gente se relaciona. É uma obra relevante para toda a sociedade; uma tentativa de interpretar o nosso destino comum”.
Propriedade Privada e Direito à Moradia foi dividido em quatro capítulos que destacam as formas do direito (jurídica, social, ideológica) e o direito à cidade, a partir de pontos de semelhanças entre dois autores renomados. Discute a reconfiguração da propriedade privada e o direito à moradia, revelando o espaço urbano como instrumento dos interesses do capital. Aborda o conceito de cidade global, a atuação do mercado imobiliário – cuja finalidade é o financiamento da moradia – e a política habitacional no Brasil, do ápice à crise. Comprova que as políticas públicas são políticas patrimoniais usadas, por parte do Estado, em benefício do setor privado. O autor, Diogo de Calasans, destaca ainda que a obra faz menção a uma análise do Programa do Governo “Minha Casa, Minha Vida”, e deixa um apelo:
“É preciso analisar o livro com um olhar crítico, concluir e observar que esse direito não é concretizado por uma ação, mas é o próprio direito em conjunto com o Estado. O tema é de suma importância não só para o direito constitucional, civil e para a filosofia do direito, é importante para entender qual foi o fundamento e ligação que o Estado teve com a propriedade privada: uma ligação intima e que está traçada no livro”.
Tais palavras dos autores e do coordenador da série Direito & Crítica só corroboram a importância que essas obras têm para o Brasil. A coleção é composta por 8 títulos que poderão ser conferidos no seguinte link: www.editoraideiaseletras.com.br/colecoes/direito-e-critica
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A descoberta da gestação é um momento especial para a família e, para facilitar a vida dos futuros papais e mamães, a autora e jornalista Tereza Tavares publicou a obra Guia para pais de primeira viagem entrarem em campo, oferecendo dicas para auxiliar os casais a se prepararem para o grande acontecimento que transformará suas vidas, o nascimento do bebê.
É comum sentir insegurança com a chegada do bebê, e pensando nisso, a autora apresenta a obra que irá lhe deixar craque no assunto. Usando uma linguagem diferenciada, com expressões do futebol, o livro traz instruções sobre como planejar a chegada do neném e se adaptar à nova rotina.
Saber driblar as adversidades que às vezes nos pegam de surpresa ao cuidar do recém-nascido é necessário, pois quanto mais informações você tiver sobre assunto, as chances de errar se tornam mínimas.
Em dúvida sobre como vai ser essa nova fase? Adquira a obra e se prepare para entrar em campo!
Garanta já o seu → https://goo.gl/ZKiEuH
]]>O incentivo à leitura é fundamental para construir um futuro melhor e, para isso, a Professora Neia Albino faz um trabalho de incentivo à leitura e à criatividade dos alunos para criar apresentações após a leitura dos livros.
O livro “Construindo a Felicidade”, da autora Maria Tereza Maldonado, tem norteado a leitura dos alunos da nona série e do ensino médio. Os professores Renan e Neia, adotaram a obra como parte didática do conteúdo estudado pelos alunos.
A escola promoveu um evento, onde pais, professores e alunos esperavam pela visita da autora Maria Tereza Maldonado, e preparam apresentações, danças, teatros sobre o tema do livro.
A autora afirma: “O evento foi lindo, emocionante!” [...] “O CE Padre Anchieta, para mim, é um exemplo de escola pública, empenhada em promover uma alta qualidade de educação.”
Para a Editora Ideias & Letras, publicar obras que auxiliem no desenvolvimento humano, ampliando o conhecimento e a educação, torna a missão cada dia mais prazerosa. Este evento afirma a necessidade de manter a Educação como base primordial para a sustentação de um país.
Mesmo assim, e até em países dominantemente cristãos, como Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha e Brasil, a Astrologia não deixa de ser praticada e fiéis da cristandade, mesmo quando o fazem com certa culpa ou vergonha, não deixam de consultar astrólogos.
Igualmente, não foram poucos nem mal preparados os pensadores e cientistas que, inclusive contrapostos a outros pesquisadores de vanguarda em sua época, estudavam e praticavam a Astrologia, embora atuassem no âmbito cristão. Entre estes, Galileu Galilei, Johannes Kepler e Isaac Newton.
Em todo este longo tempo, três foram as questões centrais, nos campos da Ciência (“a Astrologia funciona?”), da Ética (“a Astrologia desrespeita o livre-arbítrio?”) e da Teologia (“servir-se da Astrologia é violar a fé e a esperança em Deus?”).
As descobertas do século XX parecem oferecer conhecimentos que possam permitir o estabelecimento de pontes de convívio e diálogo entre Astrologia e Cristianismo, à busca de compreender melhor por que ela funciona, de fato, por que ela não desrespeita o livre-arbítrio e por que utilizá-la não é violar a fé e a esperança em Deus.
No caminho do diálogo – Passos importantes neste sentido estão sendo dados por um pesquisador brasileiro, o jornalista e escritor Luiz Carlos de Carvalho Teixeira de Freitas, que desde a década de 1980 estuda e escreve sobre o assunto e lançou, no final de julho de 2017, seu sexto livro na área, desta vez sob o tema Astrologia e Cristianismo em diálogo. A Editora Ideias & Letras abraça a mesma causa, junto com o autor, propondo esta discussão e entendimento saudáveis na linha do conhecimento e do esclarecimento de um tema tão importante como este.
Há anos o autor vem trabalhando no âmbito do Pensamento da Complexidade para construir um modelo epistemológico que articule os tradicionais conhecimentos da Astrologia Ocidental, desde Ptolomeu, com os conhecimentos dos séculos XX e XXI, na elaboração de respostas consistentes sobre a validade e a utilidade da Astrologia.
Com base no trabalho de teólogos como S. Tomás de Aquino, S. Agostinho e S. Alberto Magno, e em descobertas contemporâneas da Biologia, da Física de Partículas (Quântica), da Neurociência e da Psicologia, ele avança nas questões da efetividade da Astrologia, da fé e do livre-arbítrio.
“Este meu estudo é estritamente dentro do âmbito cristão, explica o autor, razão pela qual não discuto o assunto dentro de outras religiões, como seriam a budista, a islamita, a judaica ou a hinduísta. Talvez isto venha a ser feito mais tarde. Por enquanto, e porque o Brasil é dominantemente cristão, escolhi ater-me ao Cristianismo. Com isto em vista, o conteúdo do livro se desdobra em três aspectos entrelaçados e apresentados em linguagem de fácil acesso: a) o que teólogos cristãos fundamentais – todos precedentes ao Cisma que deu origem à Igreja Oriental e anteriores à Reforma que deu base à Igreja Protestante, para que eu não me limitasse ao Catolicismo Apostólico Romano – afirmavam sobre a efetividade da Astrologia; b) como se colocava, para estes pensadores religiosos, o respeito ao livre-arbítrio humano, e a manutenção da fé e da esperança em Deus, versus a aproximação com a Astrologia; c) o que, segundo alguns conhecimentos das últimas décadas do século XX, permite julgar que a Astrologia é de fato efetiva, isto é, que ela funciona”.
Segundo Teixeira de Freitas, este livro é apenas um passo no sentido de construir um espaço de diálogo no qual pensadores cristãos e não cristãos, bem como especialistas de diferentes campos de conhecimento científico, possam trocar informações e cotejar conceitos, na tentativa de avançar na compreensão das bases da Astrologia e no melhor entendimento das questões humanas, éticas e religiosas, que sua prática ou seu estudo suscitam.
“É um caminho que demorará a ser mais inteiramente percorrido, diz ele, de tão delicadas e complexas são as questões envolvidas, indo do livre-arbítrio humano, dom de Deus, à existência de dinamismos não materiais e intemporais que atuam com eficiência nas formas de organização da obra de Deus, o mundo, e são detectados pela Astrologia. Sabe-se que um longo caminho começa pelos primeiros passos. Esta minha obra demonstra e explica o início da caminhada”.
Para conhecer a obra "Astrologia e Cristianismo em Diálogo" acesse → https://goo.gl/6q33X6
]]>A capacidade de lidar com problemas, superar obstáculos e resistir às pressões
José Carlos Pereira*
Creio que você já ouviu a palavra “resiliência”. Se ainda não, trato agora de elucidá-la, buscando esclarecer esse termo que entrou em evidência nas últimas décadas, embora seja um conceito antigo.
Como acontece com muitas expressões, resiliência voltou a ser tratada nos últimos anos em diversas áreas, sobretudo na área da psicologia, pois todos nós, seres humanos, carecemos dela para sobreviver, embora pouco se falasse sobre resiliência. Assim sendo, resiliência é a capacidade da pessoa lidar com problemas, superar obstáculos, ou resistir a situações adversas. Em outras palavras, é ser forte diante de situações extremas da vida.
E quem é que nunca passou por situações adversas, ou nunca tenha enfrentado obstáculos? Porém, há alguns obstáculos que parecem intransponíveis, e situações que parecem que não vamos sobreviver a elas, e são nessas situações que surge essa capacidade que transforma aquela pessoa frágil e sem forças numa pessoa forte e corajosa.
A palavra, ou termo resiliência, provém do latim resiliens que significa voltar ao estado normal, isto é, depois de algo ou alguém sofrer uma mutação, emerge uma força natural que faz com que aquela pessoa, situação, ou mesmo algo da natureza, volte ao seu estado normal, isto é, a sua condição de antes.
Em se tratando do ser humano, integrado neste ecossistema, a resiliência vem em socorro de nossas fraquezas e nos fortalece quando achamos que não temos mais nenhuma força. Assim, em termos de psicologia, a resiliência é a capacidade que temos de lidar com os nossos problemas, vencendo os obstáculos e as pressões que sofremos constantemente, seja qual for a situação.
Enfim, a resiliência é uma “ferramenta” que ajuda na sobrevivência e na tomada de decisão, sobretudo quando deparamos com um contexto onde conflitam a tensão e a vontade de vencer. Nessa hora vem a capacidade de tomar decisões e essas decisões, por mais impensadas que elas sejam, propiciam forças para enfrentar as adversidades e os obstáculos que tencionam nossa capacidade. Deste modo, a resiliência depende de uma combinação de fatores que propiciam as condições para enfrentarmos e superarmos os problemas e as adversidades da vida. Assim sendo, a resiliência de uma pessoa depende da interação de sistemas adaptativos complexos, como o meio social em que se vive.
Quem desejar saber mais sobre resiliência, numa linguagem acessível, aplicável ao dia a dia, com exemplos e situações concretas, veja o livro de minha autoria, intitulado “Resiliência. Para lidar com pressões e situações adversas”, publicado pela Editora Ideias & Letras.
*José Carlos Pereira tem pós-doutorado em Antropologia Social, doutorado em Sociologia, Mestrado em Ciência da Religião, Bacharelado em Teologia e Licenciatura Plena em Filosofia. É autor de mais de 70 livros, em diversas áreas, publicados no Brasil e no exterior, além de algumas traduções. Faz parte do Núcleo de Estudos Religião e Sociedade (NURES), do Programa de pós-graduação em Ciências Sociais da PUC/SP; é articulista da Revista Paróquias, da qual também faz parte do Conselho de conteúdo; é assessor do CCM (Centro Cultural Missionário), de Brasília/DF, Organismo da CNBB. Presta consultorias e assessorias em Paróquias, Dioceses, Congregações Religiosas e outras Instituições do Terceiro Setor. Contatos com autor: cpzeca@uol.com.br.
Para conhecer a obra "Resiliência. Para lidar com pressões e situações adversas" acesse → https://goo.gl/YhfmYd
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* É escritora, jornalista e relações públicas formada pela Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (FAPCOM). Autora do livro “O poder de mudar hábitos”, pela Editora Ideias & Letras. É também pós-graduanda em Gestão Estratégica de Negócios pela Universidade Mackenzie (SP).
Para conhecer a obra "O poder de mudar hábitos" acesse → https://goo.gl/aawC4T
A busca pela realização pessoal é cheia de obstáculos, e muitas vezes as nossas atitudes acabam dificultando ainda mais. Na entrevista, a psicóloga dá mais detalhes e ensina várias dicas para melhorar e conquistar a verdadeira felicidade.
Saiba mais detalhes sobre a entrevista acessando → https://goo.gl/z7dmv2
]]>Estreia nos cinemas o filme "Cora Coralina todas as vidas", longa-metragem que conta a vida da poeta. O filme, que estreia hoje nos cinemas brasileiros, foi baseado no livro da Editora Ideias & Letras, "Cora Coralina - Raízes de Aninha".
Confira os cinemas que exibirão o fime:
KINOPLEX PARK SHOPPING 11 BRASILIA DF CINECOLOR
KINOPLEX GOIÂNIA 6 GOIÂNIA GO CINECOLOR
CINE CULTURA LIBERTY 2 BRASILIA DF 16h30/21h DCP
CAIXA BELAS ARTES 5 SALA CARMEN MIRANDA SÃO PAULO SP 15H/20H30 DCP
RESERVA CULTURAL 3 SÃO PAULO SP 13h/14h30 DCP
RESERVA CULTURAL 4 NITERÓI RJ 13h10/14h40/21h40 CINECOLOR
ESTAÇÃO NET BOTAFOGO 2 RIO DE JANEIRO RJ 17h40 DCP
ESTAÇÃO NET BOTAFOGO 3 RIO DE JANEIRO RJ 14H10 DCP
Mais sobre o livro em: https://goo.gl/diTEub
]]>É isso mesmo! Neste final de semana você encontra livros pela metade do preço. São mais de 150 títulos em promoção para aproveitar. Com temas diversos, estão disponíveis em nosso site obras relacionadas a educação, autoajuda, filosofia, psicologia e muito mais.
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]]>Nesta obra, a psicóloga menciona como os simples gestos no dia a dia podem gerar um bem-estar em comum. O conteúdo do livro mostra como alguns fatores podem melhorar o cotidiano e aborda situações de como manter um bom relacionamento pessoal, positividade, hábitos de gratidão, entre outros que favorecem a saúde física e mental.
As sugestões descritas na obra têm o intuito de exaltar a importância dos nossos gestos no dia a dia e mostrar que podemos construir a felicidade por meio de atitudes positivas.
Conheça essa e outras obras de Maria Tereza Maldonado clicando aqui → https://goo.gl/jYjBrG
Clique na foto e veja a participação da autora Maria Tereza Maldonado no Programa Encontro com Fátima da Rede Globo.
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